A diferença entre inseminação intrauterina e fertilização in vitro

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Tanto a inseminação intrauterina quanto a fertilização in vitro são técnicas utilizadas dentro da Reprodução Humana para tratamento da infertilidade.

A inseminação intrauterina é uma técnica de média complexidade, que consiste em realizar um preparo do sêmen, que será depositado diretamente dentro da cavidade uterina através de um cateter no período fértil da mulher e a fecundação ocorre naturalmente.

A inseminação intrauterina é indicada para mulheres jovens, mulheres com disfunções ovulatórias, casais homoafetivos femininos ou fatores masculinos leves.  A Fertilização in Vitro (FIV) é uma técnica de alta complexidade, com melhores taxas de sucesso.

A fertilização in vitro envolve algumas etapas: a indução da ovulação, fase em que através de medicações hormonais estimulamos os ovários a produzir uma grande quantidade de óvulos.

Estes óvulos serão coletados e fertilizados pelos espermatozoides em um laboratório de Reprodução Humana, que irão formar os embriões. Estes embriões são mantidos em cultivo no laboratório e, posteriormente, serão transferidos para o útero da mulher.

A fertilização in vitro é indicada para mulheres com obstrução tubária, endometriose, para fatores masculinos severos, idade materna avançada e falhas de outros tratamentos.

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Amanda Volpato

Amanda Volpato

Ginecologista obstetra e especialista em reprodução humana com graduação em Medicina pela Universidade Federal de Santa Catarina; Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia na Maternidade Carmela Dutra – SES/SC; Pós-graduação em Endocrinologia Ginecológica e Reprodução Humana – USP/SP; Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); Fellowship em Técnicas de Reprodução Assistida e Andrologia pela Cleveland Clinic –Cleveland/Ohio; Certificado de Atuação na Área de Reprodução Assistida (AMB/FEBRASGO); Membro da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA); Membro da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM); Membro da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia (ESHRE); Diretora Clínica da Clínica Hope – São Paulo.
28-08-2020 |

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