Matérias e Colunas

Categoria:

Conheça Jaqueline Sato, atriz e moradora da Barra

JacquelineSato (17)
Foto: Carlo Locatelli

 

O sobrenome Sato denuncia a origem japonesa e desperta dúvidas com relação ao grau de parentesco com a também asiática e famosa Sabrina Sato. Entretanto, a atriz e apresentadora não tem nenhum grau de parentesco com Sabrina, o que não diminui a vantagem de ter um sobrenome que chame a atenção. Bonita e talentosa, a atriz, moradora da Barra, começou no meio artístico aos 8 anos através da música. Quer conhecê-la um pouco mais e saber seus projetos para o futuro? Confira isso e muito mais na entrevista.

 

Você tem uma forte ligação com o Japão e não esconde isso, inclusive dubla animes. Desde pequena, sua família cultiva essa cultura?

Impossível não ter uma ligação. Além de ser algo que foi cultivado dentro de casa desde pequenininha, é uma cultura muito rica pela qual sou apaixonada. Em casa, meu pai é quem é descendente, e minha mãe é gaúcha. Então sempre convivi com ambas as culturas e aprendi muito com isso. É bom ter mais de um ponto de vista. Fui bebendo das duas fontes e me sinto muito sortuda. Para mim, as diferenças são enriquecedoras, ampliam nossa visão de mundo. Efalando nos animes: sim, assisti muito. Frequentei AnimeCon e Anime Friends durante uma época, então conheci bem como é este universo dos verdadeiros fãs de animes, mangás, etc. É um público enorme que só tem crescido. Ter feito a música de abertura do “Doraemon” foi uma honra! É um clássico japonês, está no ar há 40 anos. Por aqui, muitos se familiarizam com ele. Sabe aquela sensação “conheço, mas não sei de onde…”? Às vezes, mesmo sem nunca ter assistido um episódio, o personagem é conhecido de tão popular que a imagem dele é.

 

Você faz séries. Acredita que a produção de séries brasileiras pode chegar à qualidade das americanas?

Estou muito feliz com este boom de séries nacionais que estamos vivendo. É mais oportunidade para todos, mais histórias sendo contadas, mais opções para o espectador. Se aumentam as opções, aumenta a concorrência e, com isto, a qualidade só tende a subir. Acredito que nossas séries vão adquirir uma identidade própria, o que é ainda melhor.Pela experiência que tive, vi gente muito talentosa, com sede pelo novo, e felizes em estarfazendo o que gostam. Trabalhando com paixão e prezando pela máxima qualidade.Eu, por exemplo, estava super empolgada. Penso que a série está entre a novela e o cinema, enquanto linguagem. Nela, os detalhes são trabalhados minuciosamente, e há uma mistura de profissionais que vieram da TV, do cinema e da publicidade. Cada um contribui com suas experiências com muita liberdade, soma-se o que cada um traz de bom, e ainda, muitas vezes, o que está sendo criado aqui passa pela supervisão da sede do canal, por exemplo, pela HBO americana, e o feedback deles também influencia no resultado, é quase impossível que não saia um produto de qualidade.Somos bebês na produção de séries , se compararmos ao tempo que temos de produção de novela ou cinema, mas somos bebês prodígios porque já começamos fazendo bonito. Temos muito potencial. Estou muito feliz em fazer parte desta história, vivemos um momento de grandes mudanças no audiovisual.

 

Por que escolheu essa carreira?

Acredito no poder que a arte tem de transformar o indivíduo. Realmente tocar e fazer refletir. Ao contar histórias, espero estar provocando a reflexão, mostrando ao espectador uma perspectiva de vida que ele pode ainda não conhecer, ou que ele pode reavaliar.

 

Quais são seus projetos para o futuro?

Meu planopara o futuro próximo é me dedicar de corpo e alma à peça que estou ensaiando no momento. Um infanto-juvenil do João das Neves, “A lenda do Vale da Lua”, que estreia dia 10 de outubro no Teatro Porto Seguro em São Paulo. Está sendo uma delicia! Uma experiência inteiramente nova pra mim. Nunca fiz infantil antes, a energia é muito gostosa, pra cima, leve. Mas o trabalho não é nada leve, exige bastante da gente, muito trabalho corporal e vocal. Estou amando!Mais para frente, ainda quero passar um tempo em Los Angeles. Sempre quis morar lá para estudar. Estou me organizando para isto. Mas não dá pra projetar muito, pois nossa vida muda demais. De repente pode me surgir uma oportunidade com um personagem excelente aqui no Brasil, e aí postergo um pouco mais esta ida.

 

Você já deixou claro que não é parente da Sabrina Sato. Ser confundida com a apresentadora já te rendeu boas histórias?

Isto acontece constantemente. Mesmo antes de eu entrar para o meio artístico.  Sato é um sobrenome super comum. Aposto que muitas outras meninas que também tem esse sobrenome passam pela mesma coisa que eu.

 

Por último, conte-nos um pouco sobre o bairro. O que mais gosta daqui?

A Barra é linda! O que mais gosto é a tranquilidade. As praias são mais vazias, fora a possibilidade de se morar em uma casa. Algo que tem se tornado cada vez mais raro nas grandes metrópoles. Sempre morei em casa, não tem nada igual, você ter seu jardim, poder ter uma horta, seu cachorro poder correr pelo quintal… É um bairro charmoso, calmo, e que conserva este modo de viver. Espero que ele permaneça assim por muitos e muitos anos.

 

Compartilhe esse artigo!

Gostou desse artigo? Comente!

Quer divulgar o seu negócio aqui?
Chame no WhatsApp!