Pedalada para melhoria da região acontece domingo, 22

Evento objetiva lutar pela construção de ciclovia na Rio Morto

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Pedalada para melhoria das Vargens acontece domingo, 22 3

Pedalada promete ser uma manifestação pacífica | Foto: Divulgação

Está marcada para este próximo domingo, 22 de março, às 9h, a Pedalada das Vargens à Praia do Recreio, que pretende cobrar das autoridades obras de melhoria na Estrada do Rio Morto, especificamente a construção de uma ciclovia. O ponto de encontro será na Praça de Vargem Grande, com destino ao Pontal e depois haverá o retorno. O organizador do evento, Rogério Appelt, conta que expectativa é reunir cerca de 400 moradores e despertar em seus vizinhos a força para cobrar a concretização da melhoria da localidade.

– O objetivo dessa pedalada é aflorar desejos e mobilizar voluntários para ações objetivas no bairro sem clientelismo e fazendo valer o poder do fiscal cidadão do poder público – convoca ele.

A indignação do morador de Vargem Grande é grande e ele decidiu criar o grupo “Quero ir de bike das Vargens à praia sem ser atropelado” no Facebook. A adesão foi rápida, outros vizinhos tão insatisfeitos quanto Rogério se uniram a ele e agora muitos deles vão concretizar tal proposta de luta de melhoria no próximo domingo.

– Iniciando a proposta, promovi reuniões com algumas lideranças locais e as adesões e comentários foram aumentando a cada dia.

Segundo a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, responsável pela obra de ampliação da Estrada do Rio Morto e construção da ciclovia, a proposta ainda está em fase de estudos, sem data para conclusão. A subprefeitura da Barra e Jacarepaguá afirma que, por enquanto, não há verba para tocar tal projeto.

Enquanto isso, moradores da região continuam correndo atrás. Ângela Pelito, presidente da Associação de Moradores e Amigos de Vargem Grande (Amavag), apoia a Pedalada e estará presente no domingo para mais esta reivindicação.

-Há muito tempo lutamos por essa causa e apoiamos esta iniciativa do morador Rogério Appelt, que também é nosso associado – comenta ela.

Segundo Applet, ao cruzar a Estrada do Rio Morto de carro não dá para ter a percepção exata do perigo, mas quando se está sobre duas rodas, a visão é outra.

– Quando me coloquei na posição de ciclista, tive muito medo, mas não de andar de bike ali, mas simplesmente de ficar na borda da rua. É apavorante. Caminhões passam a poucos centímetros de distância. Lei não consegue contrariar a Física. O Código de Trânsito determina que, ao ultrapassar um ciclista, o motorista deve manter 1,5m de distância. Como fazer isso na Rio Morto? Carro possui no mínimo 2,2m. Se a pista tem 3m e deve-se manter 1,5m de distância do ciclista, literalmente o que sobra para quem está de bicicleta é o Rio Morto – critica ele.

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Rafaela Tayão
Sou jornalista apaixonada pelo trabalho on-line, atraída pelo Marketing Digital e encantada pelo poder que as palavras têm. Fico mais feliz ainda quando sei que é por elas que muita gente encontra o que quer!
19-03-2015 |

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